Ciclista + câncer + perda de parte do pulmão = fim de carreira...
Se você acredita na equação, errou, como quase todo o mundo, ao analisar o processo de doença e cura por que passou o norte-americano Lance Armstrong. Este moço teve sim seu câncer [ou o gerou - para quem pensa como os esotéricos mais radicais], mas venceu-o, retornou ao ciclismo, vencendo então sete vezes seguidas a Volta da França [mais tradicional prova do ciclismo mundial].
Parou por três anos de aposentadoria; retornou ao Tour de France neste 2009, mas finalizou a magna prova em terceiro lugar, superado pelo fôlego impressionante do espanhol Alberto Contador, bem mais jovem que ele.
Quase virou lenda, o nosso Lance... Mas nem precisava: já o é, faz tempo.
Exemplo de superação, garra, fé [com a licença dos céticos - e frios, de plantão - para os pieguismos...] e alegria.
Um detalhe interessante: vertido ao vernáculo pátrio, Lance Armstrong resulta em braço forte [ou algo próximo]...
Mais importante: a fundação criada pelo mito, para pesquisas e apoio aos portadores de doenças crônicas [sobretudo câncer].
terça-feira, 28 de julho de 2009
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