terça-feira, 30 de junho de 2009
Kendo e iaijutsu: mais que esportes...
Assim é com o ritual do chá, com yoga, tai-chi chuan, com o origami e as artes marciais em geral; aqui, especificamente, destaco o kendo, o kenjutsu e o iaijusu: são muito mais do que esportes; são "vida, vida em abundância", para quem sabe vê-los e senti-los.
Os vídeos seguintes são as duas primeiras partes de documentário da BBC, da década de 1980 e valem a pena o tempo empregado na atenção.
Boa leitura.
Banzai...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Federer, Guga, Hamilton, Anand, Phelps e o passado recente.
Surgiu a precocidade genial de Lewis Hamilton, assombrando o mundo do automobilismo e tirando um título de F. Massa, em pleno Interlagos lotado [e com a chuva divina, que beatificou Ayrton Senna].
Gustavo Kuerten abandonou a carreira profissional, onde as lesões o impediram de ser ainda mais magnífico; como justa recompensa - entre outras -, recebeu um convite especial e um pedaço da quadra de Roland Garros. Lendário e emocionante.
Michael Phelps quebrou o recorde de Spitz e venceu não sei quantos ouros, em não sei quantas provas de natação, para se tornar "o maior atleta de todos os tempos" em Pequim e, semanas depois, ser flagrado consumindo maconha e - ao meu ver e no de alguns dos seus patrocinadores - se tornar um dos piores exemplos para a juventude. Por isso, nada de vídeos dele, aqui...
Roger Federer alcançou Pete Sampras, com 14 grand slans e tornou-se, em Roland Garros 2009, o maior de todos os tempos. Nadal não chegou à final, mas todos sabem que até ele ficou feliz por Roger...
O indiano Vishwanatan Anand tornou-se campeão mundial de xadrez, em 2007 e, em 2008, derrotou - humilhou - Vladimir Kramnik, pela defesa do título mundial. Agora, Anand - o único ser humano a ser campeão mundial de xadrez em todos os formatos de disputa - enfrentará Veselin Topalov, também pelo título mundial. Vale a pena ver.
É isso.
Vamos adiante com o tempo...
Vale sempre relembrar.
Copa das Confederações. Final.

O esporte é mesmo mágico. Quem diria que os norte-americanos fariam um jogo tão difícil, contra os penta-campeões mundiais...
Mas fizeram. E o drama foi imenso, ainda mais quando o segundo gol brasileiro não foi validado, já que árbitro e auxiliar não perceberam que a pelota entrara na meta - o que nos faz pensar até quando a FIFA será arredia ao uso da televisão e tecnologias de ponta, na aferiçao dos lances.
Mas é isso: o Brasil mostrou garra, coragem, personalidade, emoção, humildade, perseveranã. Ou seja: tudo o que faltou, nas duas últimas vezes em que, encontrando a França de Zidane, voltamos para casa envergonhados e diminuídos...
Parabéns Dunga e todos. Como diria o outro - Nélson Rodrigues, creio -, "a seleção é a pátria de chuteiras."
Que seja sempre assim [lembrando, com o Oswaldo Montenegro: "Mas sempre não é todo dia."...