A Bíblia diz [não lembro se nos Provérbios, se nos Salmos] que O heroi conquista cidades; o virtuoso conquista a si mesmo.
Alguns atletas conseguem muito dos dois e nesta linha Flávio Canto é um exemplo singular. Sem grandes recursos e com acurada dedicação, o atleta olímpico conduz sério trabalho de educação através do esporte, junto a jovens carentes. Canto deve ser incluído naquelas estirpes a que a vida parece não permitir todas as glórias esportivas ou glórias duradouras [por uma série de razões - o mais das vezes, físicas -, como Guga e Senna], mas que, enquanto seres humanos, honram a espécie, embelezam a ética da raça, exemplificam moralidade, para o mundo, pela sua vida e não por discursos et similia. Vai pelo mesmo caminho de Lance Armstrong, Roger Federer, Raí, Deco e tantos outros que não cito aqui.
Quando um dos seus pupilos [mas acredito que, ouvindo esta frase, Canto a renegasse, asseverando serem os seus alunos pupilos da vida, do destino, de si mesmos] começa a conquistar título, além de qualidade de vida e cidadania, refere-se ao mestre com uma gratidão tocante e inesquecível:
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
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